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Eu não a(o) amo mais!!!!!

Acredito que eu poderia deixar apenas essa frase no início e pedir para que você pensasse sobre ela… já daria muito com o que se ocupar, não é? Afinal, quando falamos de amor, cada um tem o seu jeito de definir, fazer e demonstrar, mas a verdade é que ninguém consegue de fato expressar melhor o amor do que sentindo-o.

Sentir o amor durante uma relação, então, é algo que se torna ainda mais complexo. Parece que há dias que as pessoas se amam muito e em outros não amam tanto assim. Parece que em alguns dias o amor se transforma em um ódio tão forte quando seria o afeto que o casal tem um pelo outro. Parece que o amor uma hora deixa de existir e fica apenas aquela consideração um pelo outro. Parece que o amor acaba… será?

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O Começo

É bem natural o que vou dizer agora, mas todo casal quando começa uma relação se ama demaaaaaaaaaaaaaaaais… ou se apaixona fortemente e confunde isso com amor. A verdade é que no início das relações estamos dispostos a fazer de tudo um pelo outro. Seja pela paixão, seja pelo carinho, seja pela boa vontade ou até mesmo pelo amor, não importa, no começo é assim.

Quando a pessoa por quem você se apaixonou faz algo que não te agrada, o amor supera. Quando ela te magoa profundamente, o amor cura. Quando ela pisa na bola de verdade, o amor perdoa. Quando ela tenta te prender a qualquer custo, o amor entende. Quando ela sente ciúmes de você, o amor releva. Quando você sente ciúmes dela, o amor justifica. Quando dá saudade, o amor suporta. E quando passam por uma fase ruim, o amor espera.

Fato é que o amor age como um curinga no início de nossos relacionamentos, ele precisa suportar tudo que acontece até que os dois aprendam a conviver juntos, afinal, aquela pessoa ali, ao seu lado, é o amor da sua vida!

Não existe ninguém melhor que aquela pessoa, afinal ela é carinhosa, amiga, parceira, gosta de tudo que você gosta, chega a impressionar como vocês se dão bem, tudo está bom, nada está errado, ela entende você, ela escuta você, ela é paciente com você, não poderia existir no mundo outra pessoa melhor! Até que aparece um fator (in)esperado nessa relação…

O Tempo

Ele chega com tudo e começa a mostrar alguns defeitinhos com os quais você não gostaria de lidar mas, aquelas “pequenas” coisas que você escolheu relevar no início, aquela mania que a outra pessoa tem que tanto te irrita, mas que no início você achou que seria algo fácil de lidar, aqueles trejeitos que você achou que fosse só uma questão de falta de intimidade, aquele comportamento que você pensou que com o tempo e um jeitinho faria isso mudar… o tempo faz tudo parecer ficar tão grande!

Nesse momento você coloca na sua cabeça que algumas coisas precisam mudar, mas ainda assim você consegue enxergar aquela pessoa que você conheceu e que apesar de tudo isso ainda é o amor da sua vida. Afinal, o que são alguns defeitinhos? O amor resolve isso!

Mas o tempo passa e você vira mestre em uma técnica de mercado essencial.

A Negociação

Afinal, toda relação é feita disso, não é? Eu cedo um pouco aqui, você cede um pouco ali e assim vamos seguindo.

Realmente é algo mais natural do que pensamos, mas tem um grande problema, ninguém entra em uma negociação para perder ou sentir que está perdendo, nesse momento as coisas começam a se complicar.

“Por que você não arrumou a cama?”

“Você fez as compras que te pedi? Então não me venha cobrar da cama!”

“Você também não ajuda em nada em casa, como vou ter tempo de fazer as compras?”

“Você briga comigo quando tento ajudar, pra que vou arrumar a casa?”

“etc… etc…”

E assim começam as negociações que viram acusações. Nessa fase do relacionamento o casal pouco se lembra em que momento do tempo o amor acabou ficando em segundo plano e seus interesses se tornaram maiores do que tudo!

Então vem a fase derradeira…

O Esquecimento

“Caramba, o que estou fazendo com minha vida, olha com que eu fui me relacionar, pessoa egoísta, incompreensiva, chata, insuportável, grossa, ciumenta, não se preocupa comigo, não me escuta, não gosta das coisas que gosto, não gosta da minha família e ainda nem é tão bonita assim, tem outras muito mais bonitas.”

Chegou a hora na qual esquecemos do amor. Esquecemos de que essa pessoa um dia foi alguém que gostamos muito e amamos a ponto de achar que nunca amaríamos alguém assim. O amor já não suporta mais, o amor se tornou intolerante, o amor se tornou egoísta, o amor agora quer ser amado e buscar outro amor, não quer mais amar essa pessoa.

Nesse momento, eu faço a pergunta inicial do texto…

Você se lembra quando começaram a se amar?

Ainda há solução!

Quando uma relação chega nessa etapa, é importante você se questionar dessa maneira:

  • Quando foi que comecei a amar meu marido/minha esposa/meu namorado/minha namorada?
  • Qual foi a primeira vez que disse que o(a) amava?
  • Onde estávamos quando isso aconteceu?
  • O que eu estava sentindo naquele momento?
  • O que eu gostava nele(a)?
  • O que nós tínhamos em comum?
  • Com o que nos divertíamos?
  • Com o que dávamos risadas?
  • Quais foram os nossos melhores momentos juntos?
  • Em que momento as coisas começaram a ficar estranhas?
  • Nós realmente tivemos motivos para ficar dessa maneira?
  • O que ainda temos daquele tempo em que tudo era bom?
  • Como faço para me apaixonar novamente?
  • Como posso reviver aqueles momentos?

Trazer à memória momentos bons do relacionamento pode reavivar sentimentos que não morreram e não deveriam morrer.

Depois desses questionamentos, verifique se ainda faz sentido para você continuar, afinal, se não fizer, não adianta cobrar do seu companheiro.

  • Quais desses momentos bons eu desejo reviver?
  • Quais desses momentos bons ainda fazem sentido para mim?
  • Eu era sincero durante esses momentos ou estava colocando essa pessoa no lugar de outra?
  • Eu era sincero ou estava apenas carente?
  • Meus sentimentos eram puros e sinceros ou eu estava apenas recebendo algo que precisava?
  • Esse relacionamento ainda pode me trazer satisfação pessoal?
  • Eu ainda consigo enxergar aquela pessoa por quem me apaixonei?
  • Eu ainda consigo demonstrar amor com o melhor de mim?
  • Eu ainda consigo suportar que a outra pessoa passe por esse processo de relembrar comigo?
  • Mesmo enxergando o melhor que a outra pessoa tem, vou conseguir conviver com o pior dela?
  • E se o pior dela aparecer novamente, vou conseguir amá-la? Vou conseguir lidar?
  • Serei capaz de fazer isso dar certo mesmo que a outra pessoa não esteja disposta?
  • Serei capaz de superar minhas tentativas mal-sucedidas caso o outro não queira?
  • Minha consciência me permite tentar por mais quanto tempo?
  • E depois desse tempo, terei coragem de terminar ou me darei mais tempo?
  • E se der certo depois desse tempo, vou conseguir deixar o que ficou para trás?

Esses são apenas exemplos de perguntas e é claro que talvez algumas delas não façam sentido para você, mas acredito que se mudar uma palavrinha ou outra, pode ser que faça. Mesmo assim, lendo tudo isso, se você colocou na sua cabeça que deve continuar, que se lembra quando começaram a se amar e quer reviver isso, procure saber se a pessoa que está ao seu lado também está disposta a reviver isso.

Não sabe como fazer?

Pense bem, você a conhece melhor do que qualquer outra pessoa, ainda assim, no seu lugar, eu procuraria pessoas que a conheçam bem e diria o meu desejo de fazer isso dar certo, questionando-as humildemente de como eu poderia ser bem sucedido nessa tentativa.

Antes de você desistir ou culpar seu parceiro por tudo que fazia, convido você a pensar em uma coisa.

Sabe aquela pessoa que descrevi no início?

“(…) ela é carinhosa, amiga, parceira, gosta de tudo que você gosta, chega a impressionar como vocês se dão bem, tudo está bom, nada está errado, ela entende você, ela escuta você, ela é paciente com você, não poderia existir no mundo outra pessoa melhor!”

E sabe a pessoa que ela se tornou?

“(…) pessoa egoísta, incompreensiva, chata, insuportável, grossa, ciumenta, não se preocupa comigo, não me escuta, não gosta das coisas que gosto, não gosta da minha família e ainda nem é tão bonita assim, tem outras muito mais bonitas.”

É possível que elas sejam assim tão diferentes ou apenas você quem mudou e está culpando-a por isso?

Analise as suas mudanças antes de verificar o que mudou no seu parceiro, pois sem saber quem você é o que você quer, dificilmente saberá se a pessoa que está ao seu lado é boa para você.

Conte comigo.

Um abraço!!!

A felicidade e sucesso dos relacionamentos começam muito antes de duas pessoas se encontrarem, começam na própria felicidade! Então eu te pergunto: você é feliz sozinho?

Deve ser confuso você ler um título que começa com relacionamentos e depois uma pergunta individual. Talvez essa tenha sido a real intenção, despertar sua curiosidade para entender a individualidade dos relacionamentos.

Já observou que muitas vezes que estamos nos relacionando com alguém, seja com amigos ou relacionamentos afetivos, colocamos a culpa de algumas coisas na outra pessoa? Não sabe do que estou falando? Já disse ou ouviu alguém falando as seguintes frases?

  • Eu não sou feliz com ele!
  • Ela não me faz feliz!
  • Ele só me causa problemas!
  • Ela só me traz infelicidade!
  • Ele me irrita!
  • Ela me tira do sério!
  • Nunca serei feliz sem ele(a)

Acredito que pelo menos uma dessas frases você já proferiu se referindo a alguém bem próximo. Bom, pensando nisso é que hoje eu quero falar para você uma coisa muito importante:

Você NUNCA será feliz em qualquer relacionamento, se antes não for feliz sozinho!

Sim, sempre vai achar problemas e problemas que não têm solução… e o pior…. nunca perceberá que o problema é seu e não das outras pessoas!

Difícil ler isso? Pois é! Odeie-me por isso e me culpe por você se indignar. No fundo isso só prova o que estou dizendo ali em cima, que, na verdade, o problema não sou eu, É VOCÊ!

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Como vou ser feliz sem ele(a)?

Sem ela ou sem ele eu realmente não sei como você será feliz. Sério! Acho que você deveria… sei lá… desistir de ser feliz, aceitar que será a vida toda cabisbaixo e triste.

Sinceramente, eu ainda não sei como existem pessoas que ainda jogam a sua felicidade na responsabilidade de outra pessoa.

Lamentar-se pelo fato que perdeu alguém precioso para você, que te dava momentos de alegria, isso é normal. Agora, acreditar que sua felicidade depende do outro é realmente muito complicado.

Se sua felicidade depender de alguém e essa pessoa estiver infeliz, como serão os seus dias? E o dia que essa pessoa não estiver mais aqui, como você fará para ser feliz?

Caso não tenha respostas para essas perguntas, está na hora de você realmente cair na rela e assumir a responsabilidade pela sua felicidade.

Por que nos deixamos influenciar tão fácil?

Já percebeu que se uma pessoa qualquer vier nos incomodar podemos até nos aborrecer, mas nada comparado a se uma pessoa próxima e influente fizer isso?

Por que será que isso acontece? As pessoas próximas a nós ajudam a formar a nossa personalidade, fazem parte do nosso ambiente e por isso talvez que elas influenciem tanto no nosso humor assim. Porém, isso não deveria acontecer de qualquer maneira.

Quanto mais estamos bem conosco mesmo, mais fácil será não deixarmos que nossa felicidade seja influenciada. Mas se você não se conhece o suficiente e não tem autoconsciência aguçada, até mesmo aqueles que não são próximos à você vão conseguir tirar sua felicidade rapidamente.

Portanto, o antídoto para que os seus relacionamentos não tirem a sua felicidade, além do autoconhecimento, é o tópico a seguir:

Relacione-se consigo mesmo

Só falta você me dizer que até você se irrita, rs… isso acontece às vezes, por isso aprender a ficar conosco mesmo é algo realmente muito bom e necessário!

Imagine você que se não consegue ficar consigo mesmo, quem vai gostar de ficar com você? Se você não sabe qual é o seu limite, como vai saber dizer ao próximo os seus limites? Como vai saber lidar com as frustrações de outra pessoa se não souber lidar com a sua mesmo?

Para começar um relacionamento consigo mesmo, é preciso que você se ame e seja feliz, SOZINHO! Quando você conhece outra pessoa, você comece a perguntar várias coisas sobre a identidade superficial dela, por exemplo:

  • Como você se chama?
  • E ai, com o que você trabalha?
  • O que você gosta de ouvir?
  • O que gosta de fazer?

E conforme vão se conhecendo um pouco mais, começam a perceber suas personalidades, que muitas vezes nem precisa perguntar, como o que faz o outro feliz, como o outro se derrete, o que tira o outro do sério e etc.

Esse é o processo normal de conhecer qualquer pessoa, seja colega de trabalho, amigos ou paixões.

Não é diferente quando queremos nos conhecer e começar a se relacionar conosco mesmo. Comece se questionando e experimentando as coisas mais superficiais, entenda onde você está, o que faz, o que sente ao fazer, o que sente sobre seu ambiente atual…

Depois disso, permita-se se apaixonar por seus próprios gostos, por seu jeito de sorrir, por suas realizações…

E então, permita-se se amar e fazer para si apenas aquilo que te traz felicidade, alegria e satisfação!

Agora você está pronto para relacionamentos!

Pronto, depois de refletir sobre as coisas acima e fazer aquilo que disse no último tópico, você está pronto para se relacionar!

Calma, sei que o que falei acima não é assim resolvido em uma leitura, portanto leve o tempo que for necessário. O que posso te dizer para te tranquilizar é que depois disso, quando você realmente for feliz sozinho, vai perceber que ninguém mais poderá tirar a sua felicidade.

Você continuará se irritando com algumas coisas, mas você sabe quais são essas coisas. Você continuará ficando triste, bravo, saindo do sério e tudo mais, porém nada disso te fará infeliz, pois serão coisas momentâneas e quanto mais se relacionar consigo mesmo, mais tenderá a alimentar emoções positivas que te fazem feliz.

Pense, se você se namorasse, como gostaria de ser tratado? Trate-se assim e seja FELIZ!

Então, recapitulando:

  • Você NUNCA será feliz em qualquer relacionamento, se antes não for feliz sozinho!
  • Não atribua a responsabilidade da sua felicidade à outra pessoa.
  • Quanto mais fácil você e seu humor são influenciados por outros, significa que menos se conhece.
  • Conheça-se e relacione-se consigo mesmo antes de se relacionar com alguém.
  • Tenha relacionamentos felizes! =D

Um grande abraço para você, desejo que seja feliz e que tenha ótimos relacionamentos!

Comente abaixo se tiver alguma pergunta e compartilhe esse texto com as pessoas com quem você se relaciona.

Um abraço!!

Que ainda dá, dá… mas como? Eu não sei quantos anos você tem, qual a sua condição financeira, quais são suas despesas e muito menos qual o seu cargo e salário, mas eu sei de uma coisa, se está lendo esse texto é porque interessa à você ou à alguém que conhece, então eu pergunto, qual a sua motivação?

Seja para você ou para ajudar um amigo, qual é a sua motivação ao ler esse texto?

Se procura uma fórmula mágica para mudar de carreira, pode ir embora daqui que não trabalho com gente preguiçosa e descomprometida. Se quer uma mudança rápida e “indolor”, saia daqui da mesma maneira que deseja essa mudança, afinal você está procurando por um gênio da lâmpada e não por informação e ajuda.

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Agora, se sua motivação é intrínseca, se você se sente desconfortável e quer transformar uma possível dor que esteja sentindo em ação e comprometimento com sua felicidade e daqueles que importam à você, se sua motivação está no sair da sua zona de conforto para buscar algo melhor ao invés de ficar reclamando nela, se sua motivação vai além do falar e murmurar, então eu respondo a pergunta que fiz no título dessa postagem:

Ainda dá tempo de mudar de carreira!

Antes, repito, qual é a sua maior motivação para mudar de carreira? Ainda não sabe? Vamos olhar por outra ótica então, qual a sua melhor desculpa para permanecer no emprego atual?

Aposto que você achou mais desculpas para permanecer no emprego atual do que motivação para sair, afinal, se não saiu ainda deve ser porque vê mais vantagens ficando do que saindo, pois se tem mais motivações para sair do que desculpas para ficar, então você deve gostar de viver infeliz e reclamando, o que não teria problemas caso seja algo que goste  de verdade, sabe? O importante é assumir isso…

… mas falando em desculpas, vamos falar de algumas delas?

Não tenho experiência na área que quero!

E nunca terá… obviamente estou falando se você continuar na mesma situação, apenas reclamando ao invés de buscar essa experiência.

Vejo muitas pessoas que querem fazer algo, seguir um sonho, e continuam no amadorismo, digo, continuam fazendo apenas por hobby ou por paixão e não profissionalizam ou pensam em alguma maneira de ter um retorno financeiro com aquilo que querem fazer.

Importante! Lembrando do que escrevi em outra postagem, há coisas que não foram feitas para serem sua profissão, pois são apenas hobbies mesmo, você deve tomar esse cuidado para não estragar algo que te dá prazer ao torná-lo seu “ganha pão”.

Tendo a certeza do que quer fazer e que pode ganhar dinheiro com isso, pergunto à você, quais são as maneiras de se ganhar dinheiro com essa atividade que quer seguir? Como as pessoas que praticam essa atividade começaram? Qual curso você precisa fazer? Quanto precisa desembolsar para fazer esse curso? Como e quanto pode guardar por mês? Em quanto tempo terá os recursos necessários?

Talvez você já tenha tudo que precisa e está apenas fazendo o famoso “corpo mole” para começar, porém se ainda não tem, você pode e deve começar agora a se preparar, por que não?

Já sou muito velho!

Ah, claro… essa sim é a desculpa perfeita para não começar algo. Você já está velho, faz há muito tempo a mesma coisa, não dá para mudar de carreira ou começar outro negócio. O melhor mesmo é continuar onde está, aposentar e depois começar.

Talvez seja melhor se faltarem uns três anos para aposentadoria, não deve ser assim tão ruim, mas se faltarem dez anos, o que vai fazer? Esperar? Continuar reclamando até lá e entrar no piloto automático enquanto segue uma rotina que te deixa descontente? Até mesmo se faltarem três anos, vai esperar esses três anos para começar a mudar e se planejar para outra carreira?

Velho para mudar, na realidade, é esse pensamento! Não existe idade para se começar a fazer algo, mas com o tempo pode ser que assumamos algumas responsabilidades a mais e uma condição financeira mais estável, o que acaba dificultando ainda mais sair da zona de conforto

Porém, pessoas mais velhas também são mais decididas do que querem por já terem passado por muita coisa e são mais experientes, sabendo na maioria das vezes pela vivência o que pode funcionar e o que não pode, tendo portanto vantagem para sair dessa zona de conforto que inicialmente poderia ser maior que a de um jovem, por exemplo.

E quando a desculpa é externa?

Têm pessoas que dependem de mim!

Não estou falando aqui apenas de filhos, talvez você sustente a sua mãe, talvez precise ajudar o seu irmão, talvez sejam os filhos mesmo, quando tem pessoas que dependem de nós, muitas vezes a infelicidade se torna ainda maior na hora de pensar em uma transição, afinal, ficamos “presos” em um emprego que consideramos importante para manter aqueles que amamos. 

Afinal, e se algo der errado?

Bom, é verdade que ter dependentes dificulta um pouco a situação, mas você já se planejou alguma vez para ver o que é essencial para você e para a pessoa que depende de você conseguirem passar por essa mudança de carreira? Digo, já pensou no seu tempo, dinheiro, pessoas que poderiam te ajudar, necessidades básicas e tudo que seja, de fato, necessário?

Não estou falando do seu luxo, não estou falando dos presentes que não poderá dar àquele que ama, não estou me referindo às saídas para restaurante e shopping, estou falando do que realmente é necessário para vocês. Por quanto tempo vocês aguentariam viver no mínimo? Como se planejar para isso?

Desculpas x Motivações

  • Eu estou comprando uma casa nova, não posso ganhar menos!
  • Eu acabei de trocar de carro, imagina se algo der errado!
  • Eu trabalho há dez anos nessa empresa, não vou pedir demissão e perder meus direitos!
  • Eu vou ganhar muito menos se trocar, como ficaria meu padrão de vida?
  • Eu já sou reconhecido nesse meio, como faria uma transição dessas?

Desculpas e mais desculpas, se continuarmos pensando elas nunca acabarão, afinal, motivos para NÃO fazer algo é sempre o que achamos com mais facilidade. Mas, pensando bem, conseguir enxergar aquilo que precisamos fazer e acabamos dando como desculpa para não mudar é muito bom, afinal, serão esses os motivos que nos farão desistir caso não tenhamos eles bem definidos e claros, com estratégias específicas para cada um delas.

Então, sabendo disso, como transformar essas desculpas em motivação?

Pense na melhor desculpa que você tem para não trocar de emprego de carreira nesse exato momento…

Pensou?

Bom, agora eu convido você a se questionar:

O que eu preciso fazer para que essa desculpa deixe de existir? Como eu poderia me planejar para que possa seguir a partir do ponto após essa desculpa? Quanto tempo eu preciso para tomar as ações necessárias para que essa desculpa desapareça?

Caso esteja muito difícil conseguir enxergar através de você mesmo as ações a se tomar, mude mais uma vez o seu olhar, veja:

Que pessoa já passou por isso de forma bem sucedida e conseguiu superar essa parte da transição? O que ela tinha que eu não tinha? Como ela adquiriu isso que ela tinha e eu não? Como eu posso fazer para conseguir o mesmo que ela e seguir seus passos? Como eu posso adaptar os passos dela à minha própria rotina? No que eu sou melhor que ela a ponto de poder ainda melhorar os passos que ela tomou para a minha realidade?

Dessa maneira, você consegue dar outra visão para o que antes eram problemas, eles se tornam sub-objetivos para que sua transição aconteça, percebe? Se tornando motivação para seu objetivo principal, que é a transição.

Bom, falamos muito das desculpas, falamos como você pode lidar com elas e transformá-las em pequenos passos da sua caminhada. Agora eu encorajo você a citar todas as suas motivações para mudar de carreira, está pronto?

Se não está, para finalizar, vou contar um pouco da minha transição.

Durante minha carreira, me propondo a experimentar vários empregos e experiências, acabei parando numa empresa de consultoria de implementação de um software específico da IBM, chamado MAXIMO. Passei por muitas empresas e acabei virando especialista nisso. Hoje, 6 anos após ter iniciado nessa empresa, pedindo demissão, me aventurado como empresário neste ramo, fechado a empresa, trabalhado como freelance e por último prestado serviço por pouco mais de um ano no grupo Ultra, eu poderia continuar realizando esse trabalho de consultoria especialista na ferramenta cobrando cerca de 85 reais a hora apenas pela minha mão-de-obra.

Isso seria ótimo financeiramente para mim, como foi no tempo que estive na área. Porém, o meu sonho é trabalhar com Coaching e treinamentos pessoais, portanto, fiz o que precisava ser feito, me dei o tempo necessário e resolvi fazer essa transição.

Tenho 26 anos e precisei de coragem para adiar a compra da minha casa própria, troca de carro, guardar dinheiro, mudar tantas vezes de emprego, fazer novos cursos, continuar me especializando no assunto, voltar a morar com minha mãe, tudo isso saindo de um emprego no qual eu tinha grandes chances de continuar com uma ótima renda mensal e onde eu já tinha um reconhecimento enorme pelos trabalhos que já realizei em empresas como Queiroz Galvão Óleo e Gás, Johnson e Johnson, Odebrecht, dentre outras.

Eu tinha desculpas, eu tinha minha zona de conforto, mas resolvi mudar, enquanto isso, eu fui feliz e engajado na minha missão de mudar de carreira, hoje, além de tudo isso, me sinto realizado.

Medo de dar errado? Claro que tenho, é exatamente isso que me mantém no foco para que tudo dê certo!

E você? O que vai fazer com suas desculpas?

Desculpas existem para tirarem a sua culpa de permanecer no erro.

Assuma suas culpas, assuma as rédeas da situação e mude, nunca é tarde.

Seja feliz!

Abraço!!!

Antes de falar sobre o assunto, vou fazer uma confissão para você, eu ouvi essa frase “Faz primeiro o que dá dinheiro, depois o que gosta” algumas vezes quando pensei no que eu faria de faculdade, isso há quase 10 anos entre 2006, quando terminei o ensino médio, e em 2009, quando ingressei no ensino superior.

Eu fiz técnico em informática durante o ensino médio e uma das certezas que eu tinha é que não queria seguir essa área, mesmo sendo muito bom em tecnologia. Pela minha facilidade em lidar com pessoas e vontade de ajudá-las, resolvi que queria fazer psicologia. Nesse momento as pessoas vieram me falar que psicologia não dava dinheiro, que eu deveria fazer outro curso primeiro e depois fazer psicologia, que era difícil ser psicólogo e iniciar um consultório, enfim, escutei muito sobre as dificuldades que eu encontraria ao tentar não seguir uma carreira empresarial ou uma daquelas já consagradas como medicina e direito.

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Tudo isso me fez repensar e acabei fazendo administração com ênfase em marketing. Gostei e achei que foi uma boa escolha. Porém, às vezes me pego pensando, e se eu tivesse feito psicologia?

Na verdade isso não importa agora, pois nunca poderei responder essa pergunta, mesmo assim eu posso falar sobre isso e fazer você que é pai/mãe e precisa instruir seu filho, você que é um jovem pensando em ingressar na faculdade ou você que está infeliz em sua carreira repensar se está tomando a decisão correta.

O que você gosta?

Eu, por exemplo, gosto de jogar futebol! O interessante é que hoje em dia eu preciso pagar para jogar futebol ao invés de receber por isso, pois não me profissionalizei, e mesmo assim eu não me importo de pagar, afinal eu me divirto muito jogando futebol. Isso é um hobby!

Gosto também de viajar, gosto de fazer churrasco, gosto de assistir filmes, gosto de conhecer pessoas novas… Gosto de muitas coisas, porém talvez eu não gostasse tanto assim se elas fossem profissão ou obrigação, entende?

Estou dando esses exemplos para você entender que nem tudo que você gosta de fazer necessariamente deve ser algo que dê dinheiro, pelo contrário, para muitas delas você vai acabar gastando dinheiro e energia para fazer dar certo e ainda assim isso terá um enorme prazer, pois são passatempos!

Então, qual seria a pergunta certa?

O que dá dinheiro?

Agora sim, pois com o dinheiro conseguirei fazer tudo aquilo que gosto. Vou trabalhar por 35 ou 40 anos em uma grande empresa, fazer carreira, crescer e me desenvolver, ter um mês de férias por ano e garantir meu décimo terceiro salário para pagar os impostos anuais. Depois me aposento e me dedico a fazer o que gosto.

Vou ser médico, vou ser advogado, vou ser dentista, vou palestrar, vou ganhar dinheiro na internet, vou ganhar na loteria, vou cursar alguma profissão pela qual vou cobrar caro pela minha hora, vou ser rico! Assim eu poderei comprar tudo que quero e fazer tudo que gosto.

Tendo dinheiro, fica fácil fazer o que gosto, afinal não tenho preocupações financeiras… 

Lembra-se quando escrevi acima sobre gastar dinheiro e energia para fazer aquilo que gosta? 

Exatamente nesse ponto que gastar sua energia com algo que nem gosta tanto apenas com propósito de ganhar dinheiro que é um grande problema, pois na hora de focar sua energia naquilo que gosta e deveria ser prazeroso, seu corpo acabando pedindo descanso, sua cabeça está estressada, seu tempo é escasso e sua atividade prazerosa acaba virando uma válvula de escape, uma obsessão e muitas vezes algo onde acaba se estressando ainda mais ao invés de conseguir aproveitar o momento.

Nessa hora que culpamos o trabalho por não nos permitir fazer aquilo que queremos e acabamos sentindo o peso de trabalhar em algo que não gostamos, pensando em arrumar outras fontes de rendas ou torcendo para chegar logo à aposentadoria.

Nem o que gostamos, nem o que dá dinheiro, então qual seria a pergunta certa?

O que você gosta a ponto de fazer todos os dias e pode cobrar por isso?

Agora sim, responder essa pergunta talvez leve você para o famoso trabalhar com o que gosta! O sonho de todos! Trabalhar com o que você gosta e receber bem por isso. Ah… seria lindo, não é?

Como disse, eu gosto de jogar futebol e talvez pudesse ganhar dinheiro fazendo isso. Isso é verdade, porém eu gosto muito de estar com minha família, de curtir o final de semana ao lado de pessoas que amo, tomando minha cerveja e fazendo churrasco, será que jogar futebol não passaria a ser um sacrifício com o tempo? Se tornando apenas mais um emprego?

Mesmo podendo fazer todos os dias, mesmo podendo cobrar por isso e se aperfeiçoar ainda mais, mesmo amando alguma atividade, você precisa entender se isso não passará com o tempo a ser um sacrifício para você, caso contrário, isso é um hobby ideal e não algo com potencial para se tornar sua profissão.

É importante fazer essa separação quando pensar em trabalhar com o que gosta, para que você não deixar a sua paixão se tornar algo maçante que te afasta de outras paixões.

Afinal, não existe então um modelo certo? Trabalhar é chato mesmo e vamos conviver com isso. Calma, isso não é verdade. Vamos ver o que podemos fazer então.

Escolhe um trabalho que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida”

Confúcio

Essa frase tem um sentido muito legal, que é tirar a conotação ruim que dão à palavra trabalho, de sacrifício e esforço excessivo, porém pensar dessa forma pode ser muito perigoso, afinal se você escolher algo que gosta para trabalhar, tenho certeza que dará muito mais seu sangue, seu suor e fará muito mais do que se tivesse fazendo qualquer outra coisa que não goste. Então acredito que poderemos ousar mudar essa frase para:

Escolhe um trabalho que gostes, e trabalhar nunca se tornará um sacrifício na tua vida”

A receita entre trabalhar para ganhar dinheiro e trabalhar com o que gosta, é mensurar o quanto isso será argiloso para você. Para evitar então que ganhar dinheiro sufoque seus gostos e trabalhar com o que goste se torne apenas um emprego, vou fazer algumas perguntas com as quais você poderá se guiar para decidir sobre o que fazer.

  • O que você poderia fazer todos os dias sem se tornar um sacrifício?
  • Sobre o que você seria capaz de estudar e se aprimorar durante a vida inteira?
  • Essa atividade está congruente com seus valores?
  • Existem pessoas trabalhando com essa atividade?
  • Como essas pessoas se sentem trabalhando com isso?
  • Como essas pessoas começaram a profissionalizar essa atividade?
  • Quanto essas pessoas estão ganhando para exercer essa atividade?
  • Quanto, no mínimo, você gostaria de ganhar para exercer essa atividade?
  • O que você pode oferecer para que as pessoas te paguem por isso?
  • Quanto, no mínimo, você precisa investir para começar a exercer essa atividade?
  • Onde você pode exercer a sua atividade?
  • Em que lugar você poderia trabalhar para aprender mais sobre isso?
  • Quanto tempo por dia você pretende se dedicar à essa atividade até que ela se torne sua principal fonte de renda?
  • Depois de se tornar sua principal fonte de renda, quanto tempo vai se dedicar a isso?
  • Definidos a atividade a ser realizada, carga horária, renda, local e recursos necessários, ainda assim, você se vê fazendo isso o resto da vida e tendo tempo para as demais coisas importantes na sua vida?
  • O que está esperando então para fazer aquilo que gosta?

Conclusão

Diferente de minhas últimas postagens, hoje quero fazer uma rápida conclusão para você. Trabalhe com o que gosta, SIM, e também goste de trabalhar, pois nada do que escolher fazer será simples e dará frutos sem que você semeie. Se ainda não escolheu sua profissão, escolha algo que terá prazer em estudar e o dinheiro será uma consequência de seus esforços. Se já trabalha e não está contente com o que faz, independente do dinheiro que recebe, planeje-se para mudar, não deixe para quando se aposentar ou terá gastado todas as suas energias naquilo que não gosta, chegando à sua velhice rico e acabado.

Um abraço!!!