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coaching de carreira

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Você acabou de receber uma oferta de emprego. Salário atrativo, vaga interessante, empresa consolidada no mercado. No entanto, o seu trabalho atual também proporciona inúmeros benefícios. Ambiente organizacional agradável, relacionamento harmonioso com os colegas e gestores e local de trabalho perto de casa.

E agora? Como escolher entre essas duas oportunidades de emprego?

Imaginamos que esse seja um momento de muitas dúvidas, não é mesmo? Por isso preparamos esse artigo. Nele elencamos alguns pontos a serem analisados antes de tomar essa decisão. Continue conosco e descubra alguns fatores que merecem atenção especial:

1. Motivações

Uma boa proposta de emprego é aquela que se encaixa nas suas aspirações de longo prazo. Mais do que dinheiro e prestígio, que são fatores de motivação externos, avalie também quais são as suas motivações internas, tais como o desejo por realização pessoal ou a busca por desafios.

Portanto, faça uma lista das motivações para permanecer no emprego atual e das razões para aceitar a nova oferta. Em seguida, seja honesto consigo mesmo e pondere o que tem mais peso para você.

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2. Imagem da empresa

Pesquise sobre a imagem de ambas as corporações no mercado. Investigue como anda a saúde financeira dessa empresa que fez a oferta e sonde também a estabilidade da companhia onde trabalha atualmente.

Essa análise é importante para que possa avaliar assertivamente até que ponto essa empresa pode contribuir para o seu desenvolvimento profissional.

Busque mais informações a respeito da cultura organizacional, pois isso tem influência direta no seu desempenho. Pesquise também sobre a força da marca no mercado, assim poderá mensurar qual das duas companhias mais agrega reputação ao seu currículo.

3. Valores

Após analisar a imagem das duas empresas, será possível identificar se há um alinhamento real entre os seus valores e os dessas marcas.

Aqui cabe uma pergunta: quais princípios são fundamentais para você? Se não tem clareza sobre isso, é hora de descobrir. Para tal, faça uma lista das crenças e valores que influenciam o seu comportamento e têm grande peso no seu modo de agir.

4. Perspectiva de ascensão

Faça-se as seguintes perguntas:

  • Até onde posso chegar trabalhando nessa corporação?
  • Em quais áreas posso atuar?
  • Qual será o tempo médio de ascensão?
  • Quais fatores influenciam nessa progressão de carreira?

A partir de tais respostas terá clareza das suas possibilidades de crescimento dentro de cada empresa a curto, médio e longo prazo e qual dessas oportunidades oferece um plano de carreira mais sólido.

5. Escopo de trabalho

O que você mais gosta de fazer dentro da sua área de atuação? Examine com cuidado quais serão as suas atividades rotineiras e quais delas mais se adéquam às suas expectativas e aspirações profissionais.

Leve em consideração também quais funções lhe proporcionarão maior prazer, afinal de contas, o seu engajamento está diretamente relacionamento ao grau de satisfação das suas motivações extrínsecas e intrínsecas.

6. Remuneração

Por fim, analise o salário. É isso mesmo, de acordo com especialistas, a remuneração deve ser o último fator a ser avaliado.

Faça um comparativo entre o pacote anual total que ambas as oportunidades oferecem. Inclua salário e benefícios legais e espontâneos, tais como PLR (Programa de Participação nos Lucros e Resultados), assistência médica e odontológica, previdência privada, vale-alimentação e demais auxílios.

Só então faça a sua escolha. Uma vez que consiga identificar qual emprego proporcionará maiores possibilidades de sucesso e realização, será mais fácil tomar essa decisão com assertividade e segurança.

E caso necessite de ajuda, não hesite em recorrer a um profissional para orientá-lo durante essa fase de mudança. Uma boa alternativa é o coaching de carreira, processo indispensável para aqueles que desejam desenvolver-se profissionalmente e querem aprender a identificar e aproveitar as oportunidades de mercado.

Hoje vamos focar-nos em formas de combater o desemprego e voltar à vida ativa, no fundo queremos sugerir uma mudança positiva. Isso está inteiramente dependente da sua vontade e decisão. Se você tem a convicção de que não quer estar no desemprego então este artigo é para você, pois tem as perguntas chave para te levar à ação.

Caso prefira continuar como desempregado, então o artigo pode também ser para você na medida em que te vai dar uma ideia de como voltar à vida ativa no futuro por mais distante ou difícil que esse futuro te pareça.

Para simplificar o conjunto de perguntas vamos estruturá-las em 4 fases distintas do plano: Objetivos, Realidade, Caminhos e Ação, que são também as frases utilizadas no processo de coaching de carreira.

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Questões para ajudar a sair do desemprego

Objetivos

Os objetivos funcionam como um mapa onde definimos o nosso ponto de chegada. A forma mais eficaz de os interiorizar é escrevê-los, por isso pegue papel e caneta e vamos fazer isso. Uma boa prática para definir os objetivos é que eles sejam: Inteligentes, Específicos, Mensuráveis, Alcançáveis, Realistas e Temporais.

Para te ajudar nessa definição temos as primeiras perguntas:

  1. Em que área você quer trabalhar?
  2. Quer mudar de área ou vai manter-se na mesma?
  3. Quer trabalhar por conta própria ou por conta de outrem?
  4. Quais são as suas empresas de sonho?
  5. O que você se imagina fazendo nessas empresas?
  6. Quanto quer ganhar para desempenhar essas funções?

Realidade

Agora que você já tem objetivos traçados no seu mapa é importante perceber em que lugar você se encontra. Saber qual a posição exata em que se encontra é essencial para traçar o melhor caminho para chegar aos seus objetivos.

  1. Como você pode contribuir para a sociedade/mercado?
  2. Que competências você tem que possam ser úteis no trabalho que pretende?
  3. Necessita adquirir mais competências?
  4. Qual é o seu valor de mercado?
  5. Quais as suas melhores qualidades?
  6. E quais os pontos a melhorar?

Opções alternativas e caminhos

Como já tem um ponto de partida e um ponto de chegada, o importante agora traçar o caminho a percorrer. E continuando com a metáfora do mapa, você é que decide se esse caminho é em linha reta, se é com desvios, se vai ser desafiante ou fácil de cumprir.

  1. Você consegue chegar diretamente ao seu objetivo?
  2. Qual será o primeiro passo?
  3. De que forma está pensando fazê-lo?
  4. Quais as hipóteses alternativas de lá chegar?
  5. Quais são as limitações?
  6. Como você pode as ultrapassar?

Compromisso

Agora só falta dizer quando vai iniciar a viagem, qual o meio de transporte a utilizar e assumir isso como um compromisso. É tal e qual como quando planeamos as férias, depois de estar tudo definido definimos o dia de partida e comunicamos no trabalho, à família e aos amigos para onde vamos de férias.

  1. Quando vai pôr as suas ações em prática?
  2. Qual a melhor forma de se sentir comprometido? Comunicar a amigos e família? Escrever num papel e colar no espelho do WC?
  3. Como você vai se sentir quando atingir o seu objetivo?

Como em qualquer outra área da nossa vida é importante planejarmos e definirmos um caminho a percorrer. A área profissional não é exceção, sendo mais importante ainda esta ação no caso das pessoas desempregadas.

E você já alguma vez planejou a sua saída do desemprego? Que resultados você teve? Deixe-nos saber nos comentários!!!